Política de Privacidade do KAVI
O KAVI é um aplicativo para motoristas de aplicativo. Ele mostra se o turno valeu a pena e, com o Copiloto ligado, diz na hora se uma corrida vale a pena.
Esta política conta o que o KAVI guarda, para que serve, com quem divide e por quanto tempo fica. Está escrita para ser lida por quem dirige, não por advogado.
Ela vale para duas coisas: o aplicativo KAVI, que você instala no celular, e o site appkavi.com.br, onde a gente conta o que o KAVI faz. São coisas separadas, e o que vale para uma nem sempre vale para a outra. Onde houver diferença, está dito.
- Seus números são seus. Turnos, ganhos e despesas ficam na sua conta. Nenhum outro motorista vê o que você lançou.
- O aplicativo não vende seus dados, não tem propaganda e não usa rastreador de anúncio nem monta perfil do seu comportamento. O site mede as visitas, como todo site que anuncia, e o item 2.8 diz o quê.
- O KAVI não usa o GPS do seu celular. A cidade vem do que você digitou e do que aparece nas ofertas que o Copiloto lê.
- O endereço e a nota de quem você levou somem do seu celular em 24 horas, e nunca entram na nossa nuvem.
- O Copiloto só olha a tela quando você liga, e só recebe aviso dos aplicativos de corrida.
- Seus números ficam em servidor no Brasil. A assinatura e os e-mails passam por empresas de fora, e o item 9 diz quais.
- Você apaga sua conta dentro do app, e o seu histórico some junto. O que fica de fora está no item 11.
- Uma cópia dos seus dados sobe para a sua conta duas vezes por dia, para você não perder nada ao trocar de celular.
O KAVI é mantido por Rebeca Cristina Santos do Nascimento Rocha, CPF 046.432.134-42, titular da marca e da conta de desenvolvedor na Google Play.
Fale com a gente: suporte@appkavi.com.br.
É o mesmo endereço para tudo o que está nesta política, inclusive pedido de exclusão de conta, pedido de cópia dos seus dados e correção de informação errada. A gente responde em até 15 dias.
Esse endereço é o canal oficial para falar de dados pessoais e exercer os seus direitos.
Aplicativo: KAVI, para Android (identificação app.roda.motorista).
E-mail e senha. Só isso. A senha fica embaralhada no serviço de nuvem e o aplicativo nunca a vê.
Turnos (faturamento, horas, corridas, quilômetros, plataforma), despesas avulsas, despesas fixas do mês, folgas, troca de óleo, configuração e meta do mês, orçamentos da calculadora de corrida particular, a régua do semáforo do Copiloto, os ajustes do Copiloto e o turno que está rodando agora.
Um número sorteado para cada aparelho, o modelo dele (por exemplo "SM-A566E"), o primeiro e o último uso. Essas informações aparecem na tela "Meus aparelhos" e são o que permite usar a mesma conta em dois aparelhos.
O estado da assinatura, a data em que ela vence e de onde veio. Nenhum dado de pagamento.
Está detalhado na seção 6.
Como em qualquer serviço na internet, o nosso fornecedor de nuvem registra cada pedido que o aplicativo faz: o que foi pedido, quando, a resposta, e a identificação do seu aparelho e do programa que fez o pedido. Serve para segurança e para achar defeito.
O site usa ferramentas de medição do Google para saber quantas pessoas chegaram, de onde vieram e o que abriram, e para saber se o anúncio funcionou. Elas guardam um identificador no seu navegador e registram as páginas que você abriu, o aparelho, o navegador e a região aproximada.
Nada disso existe dentro do aplicativo, e nada disso se junta com a sua conta do KAVI.
- Fazer a sua conta do turno e do mês com os seus custos reais, que é o motivo de o app existir.
- Guardar o seu histórico e devolvê-lo inteiro num aparelho novo ou depois de trocar de celular.
- Fazer o Copiloto avaliar a oferta na hora, com a sua régua.
- Manter a sua assinatura, sem você precisar provar nada toda vez que abre o app.
- Mostrar a sua posição no GRID, que é a comparação entre motoristas (seção 7).
- Formar números coletivos. Os seus turnos também entram, junto com os de outros motoristas, em médias por cidade, estado, região e Brasil. Essas médias não guardam marca de ninguém: são só um resultado, e servem para quem ainda não tem histórico ter um ponto de partida. Uma média só se forma com pelo menos três motoristas.
Estas três coisas acontecem sem você pedir, e são o que faz o app funcionar em dois aparelhos e não perder nada:
Além disso, a sincronização de sempre sobe o que você lançou e o seu perfil, com a placa, se você digitou, e baixa o que estava na conta, assim que tem internet.
O Copiloto é a parte do KAVI que olha o cartão de oferta da Uber e da 99 e diz, na hora, se a corrida vale a pena.
Ele só funciona depois de você ligar, e ligar exige duas autorizações que só você dá, nas telas do próprio Android: o serviço de acessibilidade e a captura de tela. Enquanto você não ligar, ele não olha nada.
Ele não enxerga o seu celular inteiro. Só recebe aviso de três aplicativos, nomeados um a um dentro do KAVI: o Uber Motorista (com.ubercab.driver) e os dois da 99 (com.app99.driver e com.taxis99.driver). Nenhum outro aplicativo do seu celular chega até ele.
A leitura acontece dentro do seu aparelho. O que está na sua tela não é enviado para nós nem para ninguém. E o aplicativo publicado na loja não tem como guardar foto de tela nem o texto da tela.
Enquanto está ligado, o Copiloto trabalha em segundo plano e o Android mostra um aviso fixo do KAVI na sua cortina de avisos, com o botão de desligar. Esse aviso é obrigatório: é assim que o Android avisa você de que um aplicativo está trabalhando sem estar aberto na frente. Ele some quando você desliga o Copiloto.
Uma linha por oferta, com: hora, aplicativo, valor, minutos e metros até o passageiro e da viagem, nota do passageiro, paradas, preço dinâmico, R$ por hora, R$ por quilômetro, R$ por minuto, o selo (se vale a pena), a categoria da corrida, o endereço de embarque e o de destino e a cidade.
Isso fica 30 dias e no máximo 3 MB, numa pasta privada do aplicativo.
O endereço de embarque, o endereço de destino e a nota do passageiro apagam sozinhos em 24 horas. Passadas as 24 horas, a corrida continua no seu histórico com todos os números, e a linha do trajeto aparece vazia. Nem o próprio aplicativo enxerga mais esses três campos.
Eles nunca entram na nossa nuvem. A cópia das corridas que sobe para a sua conta leva só uma lista fechada de informações, e o nosso banco de dados recusa qualquer linha que traga endereço ou nota de passageiro. São duas travas independentes.
O que sobe para a sua conta é: hora, aplicativo, valor, tempos, distâncias, paradas, preço dinâmico, as contas por hora, por quilômetro e por minuto, o selo, a cidade e a categoria da corrida.
Quando o aplicativo de corrida avisa no cartão que o passageiro é menor de idade, esse aviso aparece na sua tela e não é guardado em lugar nenhum, nem no seu celular nem na sua conta.
Com o celular bloqueado, a notificação mostra o aplicativo, o valor, o tempo e os quilômetros. O endereço do passageiro não aparece com o celular bloqueado, nem se você puxar a notificação para abrir. Ele volta assim que você desbloqueia. Se o seu Android estiver configurado para espelhar notificações em relógio ou em outro aparelho, ele vai espelhar essa também. Isso é ajuste do seu celular, não do KAVI.
O GRID é só para quem assina. Durante os 14 dias de teste ele não abre para você, e os seus números não aparecem para ninguém.
Quando a sua assinatura começa, você entra no GRID com a sua identidade escondida dos outros, sob um número sorteado ("Piloto #48213"). Nenhum outro motorista sabe quem você é enquanto você não escolher um apelido.
Escolher um apelido é você decidindo aparecer com nome. Enquanto não escolhe, ninguém sabe quem é. E há um botão nas configurações para sair do placar.
Só entra no placar quem assina, tem 5 turnos ou mais e esteve ativo nos últimos 30 dias. O placar de uma cidade só abre quando ela tem pelo menos 30 motoristas nessas condições.
Quem cobra é a Google Play. O KAVI não vê e não guarda cartão de crédito.
Para a RevenueCat, empresa que organiza as assinaturas, vai só o identificador da sua conta, sem e-mail e sem nome. Ela nos devolve o aviso de compra, renovação, cancelamento e vencimento, e a gente guarda o estado da assinatura e a data em que vence. Nenhum dado de pagamento entra na nossa nuvem.
Ninguém mais. O aplicativo não tem propaganda, não tem rastreador de comportamento e não acrescenta nenhuma ferramenta de medição de uso. A medição da última linha é só do site.
Quem responde pelos seus dados é Rebeca Cristina Santos do Nascimento Rocha (CPF 046.432.134-42), que decide o que o KAVI guarda e para quê. As empresas da tabela acima são fornecedoras: elas tratam dados a nosso pedido e só dentro do que está escrito aqui.
Fora do Brasil: os seus números ficam no Brasil. A RevenueCat, a Google Play, a biblioteca de leitura e a Resend são empresas de fora, então o que vai para elas, descrito acima, é tratado fora do país. Isso acontece porque é necessário para o app e a assinatura funcionarem, que é o combinado entre você e a gente.
Sair da conta desliga a sincronização e solta a assinatura na loja. Os seus dados continuam no celular, para você voltar a entrar mesmo sem internet. Se outra pessoa entrar nesse mesmo celular, o aplicativo limpa tudo antes de trazer a conta dela.
Apagar a conta é dentro do app, em Minha conta. Ele pede a sua senha de novo, oferece exportar seus dados antes e exige internet. O servidor apaga o seu cadastro e leva junto todas as gavetas da nuvem: turnos, despesas, despesas fixas, perfil, configuração do mês, óleo, folgas, códigos de reserva, identidade e histórico no GRID, aparelhos, assinatura, retratos dos dados, ajustes do Copiloto, corridas lidas, orçamentos, semáforo e turno em andamento. Em seguida o aplicativo limpa o seu celular. Não dá para desfazer.
Desinstalar apaga só o que estava no celular. A sua conta e os seus dados continuam na nuvem e voltam inteiros no próximo login. Se você quer que tudo suma, apague a conta antes de desinstalar.
O KAVI fica de fora do backup automático do Android, de propósito. O sistema do celular não copia os dados do aplicativo para a sua conta Google.
Duas coisas continuam existindo depois que você apaga a conta, e nenhuma delas é o seu histórico:
- O registro de acesso do nosso fornecedor de nuvem (o que foi pedido e quando), que ele guarda por um tempo e serve para segurança e para achar defeito.
- O registro da sua compra, que fica com a Google Play e com a RevenueCat pelas regras delas, porque é documento de uma venda que aconteceu.
Fora isso, não fica nada com a gente.
⚠ Apagar a conta não cancela a assinatura. Ela vive na Google Play, não aqui. Se você quer parar de pagar, cancele na Google Play, em Pagamentos e assinaturas.
A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) garante a você:
- saber se a gente trata dados seus e quais são;
- acessar e receber uma cópia;
- corrigir o que estiver errado ou incompleto;
- apagar os seus dados, e também bloquear ou tornar anônimo o que for desnecessário ou excessivo;
- levar os seus dados para outro serviço, num arquivo que dá para reaproveitar;
- saber com quem foram divididos;
- recusar um consentimento, e saber o que acontece se você recusar;
- revogar o consentimento que você deu, quando o tratamento depender dele;
- reclamar na ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, se achar que a gente errou.
Como exercer esses direitos. A maior parte está na sua mão, dentro do app:
- Tudo o que sai do seu aparelho vai por conexão segura.
- Cada conta só enxerga a própria gaveta, e isso é regra do banco de dados, não só do aplicativo.
- A sua senha nunca é vista pelo aplicativo.
- A sua digital nunca sai do celular. O Android responde só sim ou não; o KAVI não recebe nada dela.
- Os códigos de reserva de recuperação são guardados embaralhados, nunca em texto.
- Quem tenta adivinhar código de recuperação encontra um freio, e a tentativa é registrada por 1 hora.
Nenhum sistema é perfeito. Se acontecer alguma coisa com os seus dados que possa te trazer risco, a gente avisa você e a ANPD em até três dias úteis, contados de quando a gente descobrir, em linguagem simples e dizendo o que houve, o que está em risco e o que a gente já fez.
- Para o app funcionar e para a assinatura: execução do contrato entre você e o KAVI.
- Para a leitura de tela do Copiloto: o seu consentimento, que você dá ao ligar e retira ao desligar.
- Para o que o cartão mostra sobre o passageiro (o endereço de embarque, o de destino e a nota dele): legítimo interesse. O seu "sim" vale por você, não pelo passageiro, então essa parte se apoia em outra base: a de mostrar a você, na hora, se a corrida vale a pena. É por isso que esse pedaço fica só no seu celular, some em 24 horas e nunca entra na nossa nuvem.
- Para segurança, prevenção de fraude e para os números coletivos: legítimo interesse, sempre com dado tratado de um jeito que não aponta para ninguém.
- Quando a lei exigir guardar algo: cumprimento de obrigação legal.
Para quem quiser conferir na lei: são o art. 7º, V (contrato), o art. 7º, I (consentimento), o art. 7º, IX com o art. 10 (legítimo interesse) e o art. 7º, II (obrigação legal) da Lei 13.709/2018.
O KAVI é para motorista de aplicativo maior de 18 anos. Não é feito para crianças e adolescentes, e a gente não coleta dados deles de propósito.
Quando esta política mudar, a data no topo muda junto, e a versão nova fica sempre neste mesmo endereço.
Fale com a gente primeiro, em suporte@appkavi.com.br. Se ainda assim não resolver, você pode procurar a ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (gov.br/anpd).